GALA BRUTUS

Setembro 29, 2009

São dez Tijolos que este ano A Gala Brutus vai entregar. A cerimónia decorre mais uma vez no Portal da Vila, em Alpiarça e contará com presenças de peso.

Os Prémios Brutus/ TIJOLO DE BURRO:
Prémio Humano - atribuído a alguém que, por pensar para além de si, por dar importância às pessoas, à humanidade provoca o bem.

Prémio Atitude - Às vezes é preciso atitude, e rumar, porque os nossos sonhos nem sempre vêm ter connosco, de mão beijada. E com isso, abrir caminhos para outros também rumarem.
Prémio Breinstrein - nd
Prémio Artista Mais ou Menos - nd

Prémio Puta Política - Tínhamos que falar de política, ou não fosse a Gala decorrer entre duas eleições…
Prémio Jamaica Man - nd
Prémio Elixir da Eterna Juventude - nd
Prémio Baleco - nd
Prémio Escanhef - nd
Prémio Duo Parvo - Como em todo o lado existe um duo fantástico, vamos homenagear o nosso, que é um bocado parvo.

Manuela Abafada Moura Guedes

Setembro 4, 2009

Antes era a Manuela Desbocada Moura Guedes, agora foi eliminada, como na guerra fria faziam os agentes secretos uns aos outros.

Acho esquisito ter sido o Juan Luís Cébrian a abafar a Manuela Moura Guedes. O espanhol, que para a maioria de vocês, habituais leitores deste espaço, foi um dos nomes que comandou o El País durante algum tempo. Jornalista sério, ético e com um nome respeitado no jornalismo…

A saída do Moniz da TVI, há umas semanas, já era avisador de que algo iria rebentar. O próprio Moniz disse que seria um escandalo se o Jornal da Sexta feira fosse cancelado.

Haja dedo ou não de Sócrates nisto, é ele a maior vitima a curto prazo. Daí não acreditar nessa teoria. O Sócrates é mais inteligente que isso, para dar cabo da sua campanha em pré-camapanha eleitoral.

Que decisão tomará o regulador? Será o mais breve possível, diz o cabeçudo da ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social)

Isto, por mais que não concorde eu com os métodos da MMG, está errado e demonstra falta de liberdade de expressão, e liberdade (aquela ampla). Quando um jornalista é abafado assim, temos de fazer leituras sociais e políticas.

Gostei de ouvir o Martim Avillez de Figueiredo, director do jornal do Grupo Lena (i) dizer merda. Vê-se que dirige um jornal do Grupo Lena, não é?

Também quero dizer que o António Rodrigues parece que vai ganhar as eleições em Torres Novas. É mais esperto.


Hum

Agosto 7, 2009

Até parece que nada se passou nestes meses no planeta Breinstrein.


AS ELEIÇÕES

Abril 9, 2009

Mais uma vez vêm aí as campanhas políticas, a queixinhas, as guerrinhas, as mentiras, as promessas. Mas esses broncos do caraças nunca mais são arredados da política? 

Porque é que tudo continua igual, senão pior, desde 1974. A aldrabice aumentou exponencialmente, a corrupção é agora parte das nossas vidas, do nosso dia-a-dia. 

Se antes eramos cilindrados por uma censura identificada, cujo lápis azul era inconfundível, agora essa é dissimulada. está por todo o lado. Veja-se o cientista italiano, a perder tempo a alertar toda uma população, silenciado por um bando de filhos da puta, que querem controlar a todo o custo a opinião pública e a população.

A censura, porque a pessoa Xis, ou a pessoa Ipsílon, podem ficar magoados com a verdade. A verdade não pode magoar. A mentira é que faz a verdade magoar. 

A anterior direcção de uma cooperativa foi sugerida para um louvor. Um louvor porque fez um bom trabalho. Olha a verdade: Não, não foi um bom trabalho! Foi aliás, ligeiramente fraudulento. Mas assim a olho nu, nem é preciso chegar a tanto para contestar tal louvor. Foi a pior direcção da tal cooperativa. Aumentou o défice, cometeu erros atrás de erros, fez aldrabice, pactuando com empresas à procura de lucro fácil. 

Depois falam-nos em pessoas idóneas, empresários que só querem o melhor para Riachos, nomes com boa imagem na sociedade.

Felizmente, eu não tenho uma boa imagem. E à conta disso, nunca fui assaltado em Lisboa. Já no Riaxo, sinto que fui bem assaltado. Assaltado por gente de merda!

Viva a merda! Venha é um 25 de Abril à homem e mandemos estes gajos todos para a Venezuela.

Eu respeito-vos, e por nisso não tenho medo. Vocês não me respeitam, por isso têm medo…

Respect, man!

Ali G


A FESTA DO BIGODE – PARTE 4

Dezembro 4, 2008

Aquilo andava tudo pelo ar… Não era ventania, porque essa não abana assim. Era outra coisa qualquer. A viagem estava quase a tornar-se longa. A nave que nos levava a todos seguia a uma velocidade tresloucante em que as estrelas eram riscos brancos intermináveis. Aquilo já estava a a ser mentalmente trucidante.

Enfim, começámos a abrandar. O comandante Kirki Pu, um rebelde lunático, em guerra com a Federação Adida Zicaralhada Universal de Mundos Altamente (FAZUMA), preparava-se para orbitar o planeta Olmeca. Segundo ouvi na ponte, Kirki Pu tencionava ir buscar combustível para continuar a viagem pelo quadrante 44A da zona interdita. O António Rodrigues é totó. O raio da nave aparentava ser uma velha carcaça descuidada e algo abandonada. Mas afinal tinha-me enganado bem, aquilo bombava com força e estava equipada com tudo, desde escudos invisíveis, a armas de destruição total e jacuzzi nas acomodações pessoais de cada tripulante.

Era bastante diferente da outra nave, comandada pelo Capitão Cock, um humano mutante radicado no sistema Beemer, e influente senhor do submundo do crime do planeta Ziggy, já fora da zona de segurança da FAZUMA. Essa era uma nave que deixa saudades pelo luxo do seu interior, de onde destaco a floresta interna no deck 145, onde podíamos andar de moto-quatro, por trilhos pre-concebidos e podíamos fazer piqueniques. Era também onde muitos tripulantes aproveitavam para fazer sexo ao ar livre.

O curioso dessa fantástica nave é que tinha sempre combustível e não era alimentada pela luz solar. Uma vez entrei na sala do comandante e percebi que o mesmo tinha um tubo gigante acopolado ao fundo das costas. Lembro de, inocentemente lhe perguntar se estava com diarreia. Do alto dos seus dois metros e quase meio de altura, respondeu-me com uma voz cavernosa e demorada: “Estou-me a cagar que nem um porco torrejano.” pronto, eu tinha percebido finalmente porque é que a nave nunca tinha parado para abastecimento durante os oito meses de viagem. O António Rodrigues é totó. E também entendi os tais sismos que a nave parecia sofrer de vez enquando, acompanhados de um grave som ténue e vibração nos plásticos.

Voltando à USS Trouxa D’Ovos, a nave comandada pelo exuberante e absolutista Kirki Pu. No salão principal desenrolava-se a festa do bigode. Eram várias as raças de humanóides, Vulcanos, Macacos (do Planeta dos Macacos), Olmekes, jedis, siths, Cugans, wampas, wookiees e outros esquisitóides, todos de bigode…

Fim do episódio 4


PÁGINAS DO DIÁRIO DE UM FORITA – CRÓNICA DE FUTEBOL

Dezembro 4, 2008

No Estádio dos Sicários, o jogo prometia ser efusivo e efectivamente foi. De um lado do relvado esteve o Desportivo Euterpe de Santos (DEUS)e, do outro o campeão total em título, o Sicário Amateur Club Arianne National Afutebolado (SACANA).

A bola começou a rodar nos pés dos jogadores de DEUS e quase deu golo por diversas vezes. Mas a baliza esteve sempre bem guardada por Pimpas. O guarda-redes da formação SACANA esteve sempre à altura dos tiros de Brutus Ronaldo e de Zé Deco. A dupla atacante, magistralmente orientada por Manuel Toyota Pu, esteve quase imbatível, com ataques surpresa e contra-ataques furiosos. Quase, porque cada vez que a bola era disparada para o centro da baliza, Pimpas metia-se entre as duas e cortava o lance.

Má sorte para os acastanhados, que desde o início ao fim da partida se confrontaram com a parede Pimpas. Num dos lances mais perigosos do jogo, Zé Deco fez um passe de 67 metros para a cabeça de Brutus Ronaldo, que controla a bola com uma pirueta e segue pelo flanco esquerdo até em posição de centrar, mas enganou a defesa e rematou à baliza. Pimpas segurou a bola já em cima da linha de golo, o que provocou protestos por parte de Brutus Ronaldo junto do árbitro, que nada assinalou. Outro lance muito perigoso chegou mesmo às redes de Pimpas, mas o árbitro assinalou fora de jogo, lançando assim um copo de água fria a todos os adeptos de DEUS. Mais à frente, Brutus Ronaldo foi à área buscar a bola aos pés do atacante adversário e levou-a consigo até à baliza de Pimpas, para onde rematou um tiro a 248 km/hora, mas o disparo saiu mal apontado e foi parar à barriga do adepto do SACANA mais famoso dos tempos recentes: o Zé Entrudo.

Não houve finalização objectiva e completa de jogadas

Quando confrontado no flash interview com a contestação de Brutus Ronaldo, Pimpas sorriu e disse que foi a mão de DEUS que lhe permitiu evitar o golo. Já o técnico Manuel Toyota Pu, confessou que, após a visualização do lance na Sport tv tirou da ideia a hipótese da bola ter entrado na baliza do SACANA: “DEUS podia ter marcado, não marcou, e quem não marca sofre. Mesmo que o resultado final se tenha quedado por uma nulidade em termos de marcador, ou finalização objectiva e completa de jogadas.” Quis ele dizer que não houve golos.

E quando não há golos há chicotadas no balneário: “Pois que, naturlamente teremos que tirar as ilações deste resultado, que deixou a desejar, claro. Perdemos porque empatámos. O nosso objectivo passava pela vitória e, não atingido, assumimos isso como uma derrota pessoal para todos. O futebol é assim, umas vezes ganha-se, outras perde-se. Aqui não aconteceu nenhuma, mas para nós conteceu a segunda”, referiu o técnico acastanhado, agastado com o resultado e assim, com o seu lugar em risco.

“Marquei um colhão de golos e nenhum foi validado!”

Isto é futebol aonde?“, questionou Brutus Ronaldo aos jornalistas. “Eu marquei um colhão de golos e nenhum foi validado. Falei inclusive com Pimpas, que me confirmou que a  bola entrou pelo menos numa das vezes!” No ar, o jogador deixou um clima de suspeição, acusando o árbitro de ter comido meia dúzia de trouxas de ovos no seu gabinete, momentos antes do jogo. “Vi o senhor árbitro comer os doces e sei quem lhos deu. E à conta dessas cenas anti-desportivas e ricas em calorias os meus golos foram inviabilizados.

Zé Deco faltou ao flash interview, mas em entrevista ao diário desportivo CALHANDREIRAS DA MERDA, afirmou que o resultado foi quase justo: “Foi um bom jogo, muito disputado, mas a certa altura, em pleno jogo, comecei a confundir as coisas e comecei a falar de condições de trabalho nas empresas com o meu treinador. Isso tirou-me um bocado do objecto do jogo. E por essa altura Brutus Ronaldo teve de segurar as coisas sozinho, mas depois ele chamou-me a atenção e fiquei normal. Eu estou convencido que, não fora isso, teríamos ganho aquela merda de jogo“.

Polémicas à parte, com este rsultado o SACANA, que ganhou na eliminatória 15 dias antes com um golaço do guarda-redes (em penálti, note-se), ainda pode chegar aos quartos da final. Já DEUS tem a tarefa mais dificultada, dada a falta vitórias, pese embora o número de golos ser bastante superior ao SACANA.


PÁGINA DO DIÁRIO DE UM FORITA – O REGRESSO MOINADO

Novembro 20, 2008

Não há duas sem três, e é por isso que já se fizeram cinco.

Estavamos em mil oitocentos e tal, e em 1977… E também noutras datas. O tempo parecia ser de um foco de luz com várias tonalidades, e em cada uma dessas cores, uma época. Verde era 1977, vermelho, outra data qualquer. E bastava dar um passo para outra cor e entrava-se imediatamente numa máquina do tempo. Era um lugar paradísiaco, onde todos os dias se festejava o bigode, como se não houvesse o amanhã.

Tudo aconteceu quando ia a passear de bicicleta pelo campo. Era um dia de sol de Outono, portanto, o horizonte apresentava-se meio tinto, como que recortando as árvores, fazendo-me lembrar o Photoshop. Essa ferramenta é boa para mostrar aos cépticos que não acreditam em magia…

FIM DA PARTE UM


A FESTA DO BIGODE

Novembro 20, 2008

(escrito antes e publicado depois da festa)

Acontece uma vez por outra e no próximo sábado é uma dessas vezes por outras. O comboio está em marcha, as máquinas já estão no terreno a preparar tudo, para que no próximo sábado às sete da noite tudo esteja operacional para inaugurar mais uma Festa do Bigode.

 

Vamos evitar tocar no ponto da loucura total, que há dois anos espalhou um espírito ébrio por todo o recinto da festa, ainda não era onze horas da noite. Vamos evitar também relembrar um certo árabe “estragado”, que não conseguiu fugir à chuva e a recebeu, de braços abertos como se esta fosse uma bênção de Alá. De certo modo até foi, refrescou-lhe as ideias quando acordou daquele pesadelo. E também ajudou a lavar a cara e a roupa e a poça vomitada no chão. Vamos simplesmente esquecer isso e também aquela que, não sendo árabe, mas intimamente ligada ao anterior indivíduo, sofreu uma gastroentrite. Vamos esquecer aquele senhor, que vestido de mulher, saltou de costas uma janela, ficando sentado numa bela cadeira na esplanada. Ficou com o cu nas costas da cadeira e as costas no cu da cadeira, mas foi quase perfeito. Não vamos lembrar o dj que teve de ser arrastado do chão do jardim para a cabine de som, nem de mais nada. O passado foi lá atrás, é prá frente é que é Lisboa…

Chicks n’ Bear

Como todos os anos a selecção dos convidades cumpre-se com enorme rigor e este ano não é excepção. O rácio está favorável, há mais mulheres que homens e essa é uma directiva pela qual nos debatemos com insistência, festa após festa. Este ano elas têm de calçar botas de salto alto, de resto até podem ir nuas, “qagente nâ simporta”. Por isso não há-de haver critica alguma face à perseguição que elas dizem que temos em relação ao uso de puca roupa. O vinho é também um capítulo importante, e sendo redundante, é um capítulo onde não se falha. Há-de haver vinho para todos os gostos… Quem diz vinho, diz bebida.


NOVIDADES

Outubro 25, 2008

Querem novidades, paguem,cabrões.


UM COMENTÁRIO DO CARAÇAS

Setembro 15, 2008

A pessoa não se identificou no final da missiva, embora o Enviado espacial esteja já a par da sua identidade. Este foi o comentário por ela deixado à Carta da Polinésia, intitulada “Mérito de Quê, Pá?”, cuja data o autor agora não se lembra…

Mas, vamos lá mas é:

A Célia Barroca não se auto nomeou. Aliás nem concorda com este tipo de prémios que deixam sempre no anonimato os anónimos que todos os dias fazem avançar o mundo (à excepção dos anómimos que o conspurcam e gostam de o fazer cobardemente ocultos por detrás do anonimato na net). Quando quiser falar da vida artística da Célia Barroca informe-se primeiro. Mas ela agradece que a ignore simplesmente. Quando não resistir a misturar alhos com bugalhos e quiser falar da sua vida privada com a qual não tem nada a ver, e sujar o seu nome, informe-se também primeiro mas em fontes bem seguras. É pena que a net albergue mesmo o mundo inteiro com o que ele tem de melhor mas também com o que ele tem de pior. Este sítio é francamente mau, por mentir, conspurcar, difamar, por o seu autor não saber escrever, e o seu conteúdo ser péssimo. Procure melhorar e talvez um dia a sua imensa inveja seja satisfeita com um qualquer prémio de mérito. Até lá precisa de trabalhar muito, aprender a escrever em português, aprender a reflectir sobre coisas interessantes, aprender a fazer investigação, aprender a olhar com olhos de ver, mas sobretudo aprender a respeitar o seu semelhante.”

A forma correcta de como escrever este comentário seria:

Na frase:A Célia Barroca não se auto nomeou (eu usaria um hífen: «auto-nomeou». Aliás (aqui deveria ter usado uma vírgula) nem concorda com este tipo de prémios que deixam sempre no anonimato os anónimos que todos os dias fazem avançar o mundo (à excepção dos anómimos que o conspurcam e gostam de o fazer cobardemente ocultos por detrás do anonimato na net). Quando quiser falar da vida artística da Célia Barroca informe-se primeiro. Mas ela agradece que a ignore simplesmente. (…)”

Nota-se neste excerto acima que a autora que gosta do anonimato… Mas não convém repetir assim tantas vezes a mesma palavra numa só frase. É um erro, mas somos todos humanos, não é?

“Quando não resistir a misturar alhos com bugalhos e quiser falar da sua vida privada (uma vírgulazita) com a qual não tem nada a ver, e sujar o seu nome, informe-se também primeiro (outra viírgula) mas em fontes bem seguras.”

Depois de Torres Novas misturar a malha urbana com Lapas, porque não misturar Bugalhos, (concelho de Alcanena) com Alhos.

E esta frase deu-me uma boa ideia…

“Este sítio é francamente mau, por mentir, conspurcar, difamar, por o seu autor não saber escrever, e o seu conteúdo ser péssimo.”

“Procure melhorar e talvez um dia a sua imensa inveja seja satisfeita com um qualquer prémio de mérito. Até lá (aqui aconselharia outra vírgula) precisa de trabalhar muito, aprender a escrever em português, aprender a reflectir sobre coisas interessantes, aprender a fazer investigação, aprender a olhar com olhos de ver, mas sobretudo aprender a respeitar o seu semelhante.”

Repete a palavra «aprender» cinco vezes. Além do anonimato também gosta de aprender? Não convence. A autora revela ainda alguma raiva pelo Enviado Espacial nesta parte do texto. A forma como se expressa denota ansiedade e fúria interna. Aconselho, nesse caso, a comer umas ameixas.

O E. E. sentiu-se bem após a leitura deste comentário. São estes momentos que lhe dão incentivo a escrever ainda mais difamações, conspurcações, mentiras… enfim, coisas más. Mesmo péssimas, pá… Porque estes sítios também têm um público. E é para este público que escreve, recebendo cada comentário como um verdadeiro feedback da sua mensagem.

Enviem os vossos comentários para aqui e podem ganhar uma imperial (Sagres) na rede de cafés aderentes no Riaxo.