(Para acabar o ano em beleza, fica aqui a reposição de uma das fábulas mais lidas neste espaço terrível, como disse a outra. O original foi publicado em Abril de 2006, pelo Enviado Espaçial.
(Não aconselhável a mulheres mais insensíveis)
23 23UTC Abril 23UTC 2007
Depois de um longo período de hibernação, que se estende ano após ano entre Outubro e Abril, a maioria da população de Mamas residente em Portugal voltou desabrochar das suas tocas. É realmente uma dádiva da natureza, proporcionando-nos todos os anos o vislumbre que é poder observar o regresso de todas as espécies migratórias, e esta em especial, com a finalidade de apanhar o Sol necessário para acumular energias e cor para o Inverno.
É, eventualmente, a única espécie protegida que não corre risco de extinção, notando-se aliás, ao longo dos últimos anos um crescimento quase exponencial do número de Mamas e até da qualidade das espécies e tamanho. Existem pelo menos três espécies principais: Mamas Grandes, Mamas Médias e Mamas Pequenas. Dentro destas existem algumas sub-espécies: Descaídas, Apontadas, Bicudas, e Modificadas. Existe ainda uma sub-espécie designada Mamas Muito Grandes. Embora pareçam inofensivas, são a única espécie que representa um perigo letal para qualquer amador. Relatos de casos sobre ataques por asfixia, são frequentes, tendo já causado algumas mortes a domadores de Mamas incipientes… Há todo o interesse em preservar estas espécies nativas da nossa biosfera, para além do equilíbrio natural que representam, é um espectáculo entusiasmante poder observar, após a hibernação, o regresso destes seres à superfície.
Para além dos observatórios instalados nos Centros Comerciais (reservas naturais protegidas), também existem muitos locais nos habitats naturais onde podemos observar as migrações de Mamas. Por fim, deixo uma frase de apreço a todos os que têm protegido e, de alguma forma ajudado a manter e a aumentar a população de Mamas no nosso país. Se temos alguma riqueza, não é noutro sítio que temos de a procurar, ela está à nossa frente a todo o momento. Queria também agradecer à National Geographic pelo apoio que me forneceram, e por acreditarem neste projecto de sensibilização e protecção das Mamas e do seu habitat. Adoro Mamas.
Publicado por enviadoespacial 